Egito: O museu ao céu aberto da Necrópole de Tebas

O Vale dos Reis é apenas parte do maior complexo funerário do antigo Egito


Não tem como imaginar uma viagem para Luxor sem visitar o Vale dos Reis, o lugar em que todos os faraós eram sepultados. Eu diria que é algo tão imperdível quanto visitar as pirâmides no Cairo. Mas eu descobri que o Vale dos Reis é apenas uma pequena parcela da grande necrópole existente no lado oeste de Luxor, com diversos templos, tumbas e outras atrações arqueológicas. Um verdadeiro e gigantesco museu a céu aberto.


WEST BANK

O lado oeste de Luxor é conhecido pelas agências, taxistas e afins como West Bank (banco oeste, margem oeste do Nilo), e é lá que se encontra o maior complexo funerário do antigo Egito. Esqueça aquela história que as pirâmides eram túmulos de faraós (isso nunca foi provado). Nas primeiras dinastias, os egípcios costumavam ser sepultados em Saqqara e, alguns, em Abydos. Porém era em Tebas (atual Luxor) que as grandes personalidades e governantes tiveram seu descanso eterno. 

O West Bank (margem oeste) possui um complexo funerário com tumbas e templos, como o de Hatshepsut (foto)


A grande necrópole que se formou seguia a tradição egípcia de que a margem direita do Rio Nilo (leste) era onde se celebrava a vida, onde se construíam as cidades e templos dedicados aos deuses. Já na margem esquerda (oeste) era o local de repouso do corpo físico durante a passagem para "a outra vida". Durante milênios, não somente os reis, mas rainhas, comerciantes e nobres foram sepultados lá junto com seus bens, fazendo então surgir os ladrões de túmulos. Isso fez com que as tumbas fossem construídas em locais escondidos nas montanhas áridas. 

Bilheteria simples que concentra a venda de ingresso para acesso às tumbas e templos


Hoje, se tornaram atrações para os turistas e trabalho infinito para os arqueólogos que sempre estão na iminência de fazer uma nova descoberta. Estão entre as principais atrações a serem visitadas na minha opinião: Vale dos Reis, Vale das Rainhas, Deir El-Bahari, Templo Mortuário de Hatshepsut, Ramesseum, Deir El-Medina, Medinet Habu, Colosso de Memnon e a casa onde morou Howard Carter, o famoso arqueólogo que descobriu a tumba de Tutankamon.


COMO CHEGAR?

Não existe transporte público até as atrações que são distantes entre si. Para visitar é necessário contratar uma agência (e ficar amarrado no roteiro sem flexibilidades) ou combinar um pacote de serviços com um taxista de ir parando por west bank durante determinado período de tempo, e foi isso que fiz. É importante deixar claro que o valor combinado cobrirá cada atração desejada (repita cada lugar desejado antes de fechar negócio).

Cruzando a ponte de Luxor bem cedo para a margem oeste do Nilo


Combinei com o mesmo taxista que me conduziu até Abydos e Dendera no dia anterior e eu já havia testado a credibilidade. Saímos bem cedo para aproveitar o longo dia de explorações. Dica: não esqueça de levar água e protetor solar!

É importante deixar bem claro na negociação com o taxista: tempo e valores


VALE DOS REIS

O meu primeiro destino na necrópole seria o mais famoso de todos: o Vale dos Reis. Naquele local foram encontrados 63 túmulos, sendo 26 de reis e os outros concedidos aos membros da família real. Os túmulos são decorados com imagens religiosas e projetados para ajudar a viagem do rei para a vida futura. Cada tumba recebe o código KV (King´s Valley) e uma numeração.

Mapa das tumbas do Vale dos Reis (clique para ampliar)


O sítio arqueológico funciona diariamente de 6h às 17h (do Ramadan até 30 de abril), ou de 6h às 19h, (de 01 de maio até o Ramadan). O ingresso custa 100 EGP por pessoa e só dá direito de entrar em 3 tumbas. Algumas tumbas de destaque são cobradas à parte, como é o caso de Tutankhamon (100 EGP) e Ramses VI (50 EGP), os quais eu visitei também. Não é autorizado fotografar o interior das tumbas.

Depois da bilheteria, o centro de visitantes orienta os turistas através de uma maquete do vale


De manhã cedo já está bem quente e seco naquele vale. Existe um trenzinho sobre rodas que leva os turistas do centro de visitantes até o a área das tumbas por 2 EGP. Por mais barato que seja, é inútil, pois a caminhada até lá de de apenas 600 metros. 

Cenário árido com as entradas das tumbas sinalizadas com placas


As tumbas mais antigas estão localizadas no alto de morros, sob cachoeiras criadas pelas raras chuva. Quando o alto foi ocupado, os sepultamentos desceram para o chão do vale, gradualmente subindo enquanto o fundo se enchia de entulho. A área é explorada e escavada por arqueólogos há mais de dois séculos, porém o mais interessante é que era considerada uma atração turística desde a antiguidade, sendo visitada principalmente pelos romanos.

Umas das maiores tumbas: os filhos de Ramses II


 Foi esse clima seco que ajudou a preservar as pinturas das tumbas por tanto tempo


Digamos que o ápice da minha exploração pelo Vale dos Reis seja a visita à tumba de Tutankhamon, o jovem faraó que foi coroado aos 9 anos e morreu misteriosamente aos 19. Sua morte foi tão prematura que a tumba construída é pequena, não deu tempo de construir algo maior. Todo o fascínio em torno desse faraó é por ser a única tumba encontrada intacta, sem a ação de ladrões por séculos. Outro motivo de ser famoso é devido a lenda de uma suposta maldição que "cairia sobre quem perturbasse o sono do faraó".

Algumas pessoas temem entrar na tumba de Tutankhamon por causa da lenda da maldição


Interior da tumba de Tutankhamon (imagens da internet)


O assunto "Tutankhamon" é cercado de mistérios e teorias. Sua história é intrigante tanto pela ascendência como filho de Akhenaton (um dos mais polêmicos e obscuros reis que governaram o Egito), quanto aos acontecimentos de sua pós morte. Se a tal maldição do faraó é verdade ou especulação eu não sei, mas percebi um fato bem estranho: este é o único faraó que permanece no Vale dos Reis, pois todas as múmias encontradas ali foram levadas para museus. Por algum motivo decidiram deixar a múmia de Tutankhamon em sua tumba até hoje...

A múmia de Tutankhamon é preservada até hoje em uma redoma de vidro no interior da sua tumba


DEIR EL-BAHARI

Seguindo no táxi pela estrada da necrópole, meu próximo destino estava localizado numa área chamada Deir El-Bahari ("mosteiro do norte", em árabe). Este é outro conjunto de tumbas que ficam na encosta oposta do Vale dos Reis. Aberto diariamente nos mesmos horários do Vale dos Reis. O ingresso custava 50 EGP (agosto 2014). Assim como no Vale dos Reis, possui um trenzinho sob rodas para levar os turistas, mas é possível ir andando (2 EGP).

Este complexo faz parte da Necrópole de Tebas e possui tumbas anteriores ao Vale dos Reis


E era formado de túmulos reais e também de famílias particulares


Mas a grande atração desse complexo é o impressionante Templo Mortuário de Hatshepsut. O templo fica de frente para o Rio Nilo e de longe é possível avistá-lo. Construído em forma de terraços na encosta da montanha, é um dos mais trabalhados e bonitos do antigo Egito que continuam de pé até hoje. 

Este é considerado como um dos monumentos incomparáveis do Egito Antigo


Existiu uma longa avenida de esfinges que foi destruída


Duas estátuas de pássaros guardavam o início da escadaria até a parte alta do templo


Detalhe desta obra que foi restaurada


Hatshepsut foi uma mulher que venceu os preconceitos de sua época e assumiu o trono como faraó. Era a filha mais velha do rei Tutmés I. Quando o seu pai morreu, ela se casou com seu meio-irmão, Tutmés II, que assumiu o poder. Mais tarde, Tutmés II também morreu e seu enteado, Tutmés III, era ainda uma criança não apta a governar. Por isso, Hatshepsut sendo esposa do rei Tutmés II, assumiu o trono como regente durante a menoridade de Tutmés III. Porém resolveu assumir de vez a autoridade de faraó e governar o Egito.

Vista de cima do templo. No horizonte, a cidade de Luxor


Hatshepsut morreu aos 37 anos, com 22 anos de reinado


Estátuas do deus Osiris em frente de cada pilastra


Apesar de não concordarem com uma faraó mulher, os sacerdotes aceitaram legitima-la, pois recebiam mordomias e doações da rainha. Eles acreditavam que se o deus Amon não ficasse satisfeito com as decisões da rainha-faraó, o Egito sofreria com pragas e colheitas ruins, e então eles poderiam agir. Mas parece que Amon-Rá estava feliz com o reinado de Hatshepsut, pois foi um período de prosperidade para o Egito.

Este é apenas um templo mortuário, sendo a sua sepultura localizada na KV20 do Vale dos Reis


Entrada da capela da rainha localizada no alto do templo


O nome de Hatshepsut escrito em hieróglifos


Nas paredes do templo são representados episódios do reino de Hatshepsut desde a concepção e nascimento da rainha-faraó até as expedições realizadas em terras distantes, como na lendária Punt. Existem representações de Hatshepsut sem seios e barbada. Acredita-se que foram feitas por ordem da rainha para afastar sua imagem frágil. Ao substituí-la, Tutmés III apagou diversos registros da rainha, como bustos, afrescos e interrompeu algumas de suas obras quando assumiu o poder. 

Nas colunas e paredes do templo estão as cenas do reinado


Estranha figura de um ser mamando nas tetas de Ápis, touro sagrado que simboliza a terra


O templo é consagrado à deusa Hátor


CASA DE CARTER

Seguindo caminho pela vasta Necrópole de Tebas, o próximo destino seria um local "não funerário", apesar de ter certa importância na história do lugar: a casa onde morou o britânico Howard Carter, o egiptólogo que ficou famoso ao encontrar a tumba de Tutankhamon. Ele dedicou grande parte de sua vida com a arqueologia egípcia, tendo sido o primeiro inspetor-chefe do Serviço das Antiguidades Egípcias.

A casa é como um oásis verde em meio à terra árida da necrópole


Era nesse cenário de paz que Howard Carter descansava e realizava estudos


A casa no estilo colonial britânico é uma atração recente no Egito, pouco visitada, apenas por aqueles que se interessam pela história da arqueologia na região. Na Casa de Carter é possível ver o escritório onde realizava os estudos, os seus livros na estante, manuscritos e documentos de arquologia, um laboratório fotográfico e vários utensílios antigos.  O ingresso custava 50 EGP em agosto de 2014.

O escritório do egiptólogo e seus pertences pessoais


Documentos manuscritos das pesquisas arqueológicas de Carter


Um raro desenho do sarcófago de Tutankhamon


E para fechar a visita, no terreno ao fundo da casa foi construída uma réplica fiel da tumba de Tutankhamon. Ao contrário da tumba original, nesta é autorizado fotografar. Visitar a cópia da tumba é bastante útil para as pessoas que temem (ou são precavidas) entrar no recinto original supostamente amaldiçoado no Vale dos Reis.

Réplica da tumba de Tutankhamon. Compare com a foto da tumba original


RAMESSEUM

Construir templos mortuários imponentes que preservassem a memória dos faraós se tornou comum no Egito antigo. Eles foram concebidos para comemorar seu reinado, assim como para culto do faraó (considerada sua divindade) após o sua viagem para a outra vida. Essa prática não poderia faltar para Ramses II, o Grande, responsável pela construção de maravilhas como Abu Simbel e reforma de diversos templos antigos durante o seu reinado.

Hall de entrada ao templo mortuário de Ramses II


Havia uma Sala Hipóstila com 48 colunas


O nome vem do francês Rhamesséion, chamado assim por Champollion, o fundador da egiptologia e responsável por traduzir os hieróglifos egípcios pela primeira vez. O templo se encontra destruído, isso devido à sua localização no terreno baixo, tendo sofrido várias inundações na vazante do Rio Nilo e deteriorado sua base, fazendo ruir com o tempo. Aberto ao público de 6h às 17h (no verão fecha às 18h).

A estátua gigante destruída de Ramses II. Existe uma réplica "inteira" no Museu Britânico


Se liga no tamanho desses hieróglifos!!!


Restos de estátuas destruídas. Só sobrou os pés!


A localização no nível do Rio Nilo fez com que o templo fosse inundado e deteriorado com o tempo


Uma equipe franco-egípcia se esforça para manter o templo restaurado. Aos poucos é possível ver os relevos ressurgindo, com cenas de seu reinado, como a Batalha de Kadesh. Outras imagens comuns são representações de Ramses II com os deuses egípcios, sempre mostrando o faraó no mesmo nível divino destes.

O templo se encontra num lento e difícil processo de restauração


Colunas do templo restauradas, com as cores originais aparecendo


Pedra de granito com a imagem esculpida de Ramses II sendo abençoado pelo deus Amon


Cena do exército de Ramses II levando barcos


Detalhe que achei impressionante: texturas feitas nas pedras do templo, algo que nunca vi no Egito (clique para ampliar)


DEIR EL-MEDINA

Minha próxima parada foi o sítio arqueológico da antiga aldeia que reunia os artesãos que trabalhavam nos túmulos do Vale dos Reis. O nome atual da aldeia vem da época da conquista árabe e significa "o mosteiro da aldeia". Isso por causa de um templo egípcio dedicado à deusa Hátor que foi transformado em igreja cristã mais tarde. O nome original egípcio da aldeia era "Set Maat" traduzido como " o lugar da verdade ". 

Depois de 500 anos de existência, a aldeia foi abandonada e coberta pelas areias do deserto


Logo na chegada, fui conhecer as tumbas dos trabalhadores que ficam na encosta da montanha. As mais decoradas são as tumbas dos artesãos Sennedjem e Inherkau. A entrada está inclusa no ingresso, não aceite cobranças! Depois segui andando até o Templo de Hátor que gerou o nome árabe da aldeia. Apesar de pequeno, o templo é bem decorado, fazendo jus à sua localização numa aldeia de artesões.

Entrada do Templo de Hátor que foi transformada em igreja cristã


Ruínas da área interna do templo


Croqui do Templo de Hátor



Corredor de acesso ao Vestíbulo do templo


A arte do disco alado chama a atenção


Uma figura interessante: um barco com um disco solar acima e uma espécie de trem de pouso!!!
                     

Nas paredes está Min, o deus egípcio da fertilidade


E as lajes, a mesma técnica de junção e pedras com metal encontrada na América do Sul


Meu "amigo" egípcio que apresentou as ruínas de Deir El-Medina


COLOSSO DE MEMNON

Isoladas no meio da área da antiga necrópole estão essas duas estátuas deterioradas do faraó Amenófis III. Elas faziam parte do templo mortuário dele que já não existe de pé. Pelo mesmo motivo do Ramesseum, o templo foi sendo destruído devido aos alagamentos do Rio Nilo que periodicamente chegava até o local. Para se visitar não precisa pagar ingresso, fica na beira da estrada.

As estátuas foram feitas em quartzito, tendo 18 metros de altura


Curiosidade: Um terremoto em 27 a.C. abriu uma fenda no colosso norte. A partir de então, pelas manhãs, ocorria um fenômeno o qual a estátua "cantava". A ciência explica que na verdade havia acumulação de umidade à noite que evaporava pela manhã, emitindo um som. Os gregos associaram essa estátua a Memnon, filho de Eos. De acordo com a lenda, este herói, morto na guerra de Tróia, recebeu a imortalidade de Zeus, dedicando-se a chamar pela sua mãe todas as manhãs. Em 199 d.C., o imperador romano Septímio Severo restaurou a estátua, que a partir de então parou de cantar.

Um estranho fenômeno fazia a estátua "cantar" pelas manhãs


VALE DAS RAINHAS

Depois de cruzar quase toda a necrópole, desde o Vale dos Reis, cheguei nas montanhas onde estão sepultadas as esposas: o Vale das Rainhas. Assim como é feito nas tumbas dos reis, as tumbas da rainhas recebem o código QV (Queen´s Valley) mais a numeração. São cerca de 80 tumbas encontradas até hoje, porém somente 3 estavam abertas ao público (Titi, Amunherkhepshef e Khaemwaset).

Ironicamente, as esposas foram sepultadas no extremo oposto da necrópole, bem distante do descanso dos reis


Plano de localização das tumbas


A maior "sensação" está fechada ao público, é a tumba de Nefertari a rainha de Ramses II. Assim como todas as obras daquele faraó, esta tumba é considerada a mais colossal e bela, com pinturas retratando cenas da vida da rainha, como adorando o corpo mumificado de Osíris, oferecendo leite à deusa Hathor e jogando Senet, um antigo jogo de tabuleiro inventado pelos egípcios. Para obter permissão especial para entrar (mediante um pagamento nada barato eu creio) é necessário entrar em contato neste link.

QV 66 - A tuba da Rainha Nefertari


 Interior da tumba de Nefertari considerada a mais bonita (imagens da internet)


OUTRAS ATRAÇÕES

Estes foram os sítios arqueológicos que visitei na vasta necrópole, mas não é tudo, ainda existe outras ruínas de tumbas e templos mortuários espalhados pela região que não tive tempo de explorar, como o Templo de Seti I, as tumbas dos nobres, tumba de Pashedo, Templo de Meremptah, etc. No tempo que me sobrava, segui para Medinet Habu que foi o templo que mais me surpreendeu e merece um post exclusivo.


CUSTOS (agosto 2014)

- Táxi o dia todo - 120 EGP
- Tips (gorjeta) ao taxista - 30 EGP
- Vale dos Reis - 100 EGP
- Tumba de Ramses VI - 50 EGP
- Tumba de Tutankhamon - 100 EGP
- Deir El-Bahari (Templo de Hatshepsut) - 50 EGP
- Casa de Carter - 50 EGP
- Tips na Casa de Carter - 5 EGP
- Ramesseum - 40 EGP
- Deir El-Medina - 40 EGP
- Vale das Rainhas - 50 EGP

EGP = Egyptian Pounds


MEU ROTEIRO

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Roteiro completo: MISSÃO EGITO

Próximo: MEDINET HABU

2 comentários :

  1. Olá, estou fazendo uma pesquisa e sua viagem tem ajudado muito.
    Diga-me uma coisa, quais tumbas você visitou no vale dos Reis? Tirando as de Tutankamon e Ramses VI, que são pagas a parte.
    E você sabe algo a respeito da KV55? Sabe se estava aberta a visitação? Tenho muito interesse em informações relacionadas a Akhenaton.
    Encontrei um problema, a maioria das fotos dessa página não carrega... Há algum problema no site ou será que é meu browser? (Estou usando o celular). Obrigado!

    ResponderExcluir
  2. Olá Eberton, só vi agora sua mensagem. Vamos às respostas.
    Eu realmente não lembro de quem eram as 3 tumbas que entrei, na verdade eu estava focado na de Tutankhamon.
    A KV55 não estava aberta (tb me interesso pela história de Akhenaton, eu teria ido rs). Na verdade são poucas que estão abertas à visitação.
    Obrigado por relatar o erro. Estou viajando e abri agora pelo celular e tb não vejo algumas fotos. Assim que voltar ao Brasil vou tentar corrigir.
    Se precisar se comunicar comigo, pode fazer pela fanpage do Facebook ou pelo email amochilaeomundo@gmail.com
    Abraço!

    ResponderExcluir

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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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