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Cidade do Panamá: Amador Causeway e Ponte das Américas

As ilhas ligadas pelo aterro e a Ponte das Américas


Um termo pouco conhecido pelos brasileiros é a palavra de origem inglesa “causeway” que é empregada para pontes ou ferrovias criadas em locais de mares ou lagos, geralmente aterrando determinado local. 


AMADOR CAUSEWAY

A Amador Causeway é uma ponte construída com material retirado do Canal do Panamá e aterrado por cerca de 2 Km até as ilhas Naos, Perico e Flamenco. Foi construída em 1913, inicialmente como fortificação militar americana para a proteção da entrada do Canal do Panamá. Hoje em dia, as ilhas interconectadas com o continente formam um local para entreterimento com diversos restaurantes, bares, boites, marina para lanchas e até um Free Shop, o único da cidade localizado fora do aeroporto e que exige a apresentação do passaporte para a entrada. Essa área de entreterimento, diferentemente da Calle Uruguay, possui um padrão de custos mais alto.

Três ilhas ligadas através de material retirado do Canal do Panamá


Free Shop em Amador Causeway


 As lanchas mostram que esse lugar é para quem tem bala na agulha!


Planejando conhecer esse lugar que fica nm pouco distante do centro, mas sem ter que ficar por lá para almoçar, resolvi fazer como no passeio ao Canal do Panamá, ou seja, combinar o preço com um táxi e este me levaria até as ilhas, apenas para fotografar e voltar.
Antes de tentar a sorte nas ruas, perguntei no hotel quanto cobraria um taxi para fazer o trajeto. O recepcionista informou que o táxi do hotel cobra U$ 70 para fazer um tour por toda a cidade.

Parei então um táxi na rua e expliquei onde queria ir e perguntei o quanto me cobraria para esperar eu fotografar os principais pontos. O taxista cobrou U$ 15. Partimos para Causeway e no caminho o indivíduo veio com várias historinhas, dizendo que também era guia turístico, que tinha amigos brasileiros, etc., cheio de malandragem! Como eu não gosto muito de dar papo para quem fala muito e se acha esperto, só falei o essencial, sem dar muita conversa.

A cidade fica para trás ao se aproximar das ilhas


Passamos pelo caminho que dá nome ao local que só possui uma faixa de ida e outra de volta. A vista é muito bonita, mas é proibido parar o carro na causeway estreita para fotografar. O único meio é se for caminhando ou seguir de bike pela ciclovia que existe no caminho do aterro.

Opção de chegar de bike nas ilhas


Lugar calmo e com belas paisagens


Casas de verão numa cidade sem praia


 Vista do ponto extremo de Amador Causeway


Passei pelo centro de convenções FCC – Figali Convention Center, uma arena usada para shows e que comporta um complexo de boates. O taxista explicou que o dono era um europeu que foi comprando os terrenos e construindo várias boates até chegar na grande casa de shows que é hoje.

FCC no caminho das ilhas
PONTE DAS AMÉRICAS

Visitei as ilhas e fotografei a bela paisagem com prédios gigantes na Cidade do Panamá contrastando com as lanchas atracadas nas marinas. Na hora do retorno, o taxista falou que próximo da havia a Puente de las Americas, uma ponte estilosa que foi construída em 1964 e era a única ponte que ligava as américas até 2004, quando outra ponte foi construída. Ele falou que me levaria no local para conhecer o mirante da ponte. Como isso não tinha sido combinado antes, eu perguntei quanto ele cobraria a mais. O taxista falou para eu não me preocupar com isso e mudou de assunto.

Voltando ao continente


Atravessando a Puente de las Américas


Ferragens entrelaçadas fazem o estilo da ponte


Cheguei no Mirador de las Americas, local em que se pode observar a ponte. A ponte é do tipo truss arch (em inglês) ou arco de modillón (em espanhol) e possui um comprimento todal de 1.654 metros e altura máxima de 117 metros acima do nível do mar. Ali também se encontram alguns monumentos que celebram a presença chinesa no Panamá.
Ponte das Américas vista do outro lado da cidade


Complexo de monumentos chineses


Monumento em forma de obelisco comemora 150 anos dos chineses no Panamá


Estilo chinês com dragões no telhado


Leões-dragões chineses guardam o monumento


Eis que surge um combate com o personagem mitológico chinês (!)


 Alguns camelôs vendem lembranças no local


A partir daquele momento começaria um “quebra-pau” que acabaria na polícia...

Quer saber o barraco que aconteceu? Então clique aqui.



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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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