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PUNTA DEL LESTE

O balneário dos dedos




Logo pela manhã fui visitar o Monumento aos Ahogados (afogados), também conhecido como a Mão (La Mano) ou os Dedos, na Playa Brava. O ideal é ir bem cedo enquanto ainda está vazio para tirar fotos, depois fica lotado de gente pois é um dos principais pontos turísticos e símbolo da cidade.





Depois continuei andando pelas ruas do centro comercial enquanto as lojas ainda estavam abrindo. Passei pela Plaza Artigas, fui pela Plaza del Engenio, depois segui até Punta Salinas que é a ponta de "Punta". Ainda passei pelo farol na Calle 2 de febrero e Iglesia la Candelaria, voltei seguindo toda Playa Brava e pela Plazoleta Gran Bretaña. No final da Calle 2, está a âncora do Navio Ayax, participante da batalha do Rio da Prata e marca a divisão do Rio com o Oceano (Punta La Salina).
 Centro comercial da cidade
Em dias de inverno, a cidade fica deserta

No Uruguai, você sempre vai encontrar carros antigos pelo caminho

 
A estátua de Artigas, o herói nacional da independência uruguaia

Ruas limpas, organizadas e sofisticadas... esta é Punta!

O farol de Punta del Leste se localiza na rua mais alta do litoral

Um dos símbolos desta cidade litorânea

Mansões e casas luxuosas estão por toda a parte

Em Punta Salinas o visual é demais

Um pescador tentando a sorte em Punta Salinas

 
As sereias da pedras

As sereias são obras de arte feitas com conchas de verdade

Nesta posição estratégica da cidade, se encontra a bandeira uruguaia

 A âncora do navio Ayax marca a divisão do rio com o oceano

Voltei pelo Porto, fotografei a cadeia de Fast Food de frutos do mar, depois almocei à beiramar. Vale ressaltar que na maioria dos restaurantes do Uruguai se cobram os cubiertos (talheres)! É uma espécie de taxa, muitas vezes sem descartar os 10% de serviço. Antes de escolher o restaurante cheque esse valor. 
 Artico: a cadeia de fast food de frutos do mar

 O quebra-mar próximo ao Porto de Yates

Vista diurna do porto de yates e lanchas de Punta del Leste 

Vista da cidade a partir da marina

Praia repleta de gaivotas

Aqui não falta comida nem tranquilidade aos pássaros

Continuei seguindo o litoral, agora na Playa Mansa que possui esse nome por ser de rio. Passei pelo restaurante giratório, que fica próximo a rodoviária, e estava fechado. Fui até o Cassino Conrad. Entrei para tirar fotos, mas é proibido fotografar dentro do salão de jogos. Andei alguns quarteirões até a Plaza México onde encontrei uma réplica da cabeça Olmeca que existe no museu de Antropologia do México.
Playa Mansa, águas de rio
Entrada do restaurante com vista panorâmica
Elevador até o restaurante giratório com vista para o infinito!
Pier da Playa Mansa
Passeio na Playa Mansa
Conrad: o cassino - hotel
Entrada do cassino do Conrad
Réplica de uma cabeça olmeca na Plaza Mexico

A segunda etapa para conhecer Punta del Leste iria necessitar transporte, logo aluguei um carro Celta na Hertz, bem no final da tarde para aproveitar a diária no dia seguinte. Saiu por U$ 54 e era o modelo mais barato. Fui direto para a ponte ondulada: a Ponte Leonel Vieira que fica na entrada da Praia da Barra. Fotografei o pôr-do-sol de lá.



Cheguei na porta do Museo del Mar, mas faltava pouco para fechar e a entrada era uns 15 reais. Achei muito caro e só fotografei a área externa. Fica aberto de 16h-21h na Calle Corsario, esquina Galeón. Se for de ônibus, pegar a linha 14 para La Barra.


O Museu do Mar não é Recife, mas também tem tubarão
PROGRAMA DE ÍNDIO NO SHOPPING
Próxima parada é o Punta Shopping. Lá eu parei no mercado Tienda Inglesa para comprar meu jantar e o almoço do dia seguinte. Estão a venda vários pratos prontos, feitos para se esquentar e comer. Comprei macarrão com frango para comer no dia seguinte, eu só não teria onde esquentar. 

O shopping é um pouco distante do centro da cidade



GASTOS DO DIA
Almoço à beiramar - 500 pesos
Aluguel de carro - U$ 54
Compras na Tienda Inglesa - U$ 639 pesos

MEU ROTEIRO


Roteiro completo: MISSÃO URUGUAI-ARGENTINA


Próximo: PIRIÁPOLIS 



2 comentários :

  1. Muito bom seu relato, Renan! Muito útil para iniciar meu roteiro! obrigada, abraço.

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Renan tem 35 anos, é carioca, mochileiro, torcedor do Botafogo, historiador e arqueólogo amador. Gosta de viajar, fazer trilhas, academia, ler sobre a história do mundo e os mistérios da arqueologia, sempre comparando os lados opostos de cada teoria. Cada viagem que faz é fruto de muito planejamento e busca conhecer o máximo de lugares possíveis no curto período que tem disponível. Acredita que a história foi e continua sendo distorcida para beneficiar alguns grupos, e somente explorando a verdade oculta no passado é que se consegue montar o quebra-cabeça do mundo.

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